quarta-feira, 20 de maio de 2009

20/05/2009

Assembleia diante da proposta do
Cruesp aprovou, por unanimidade:

A GREVE CONTINUA!

Em uma das maiores ou talvez a maior assembleia já realizada desde o início da greve, que hoje completa 16 dias, foi analisada a primeira reunião de negociação com o Cruesp e a sua única proposta: 6,05%. A Assembleia, por unanimidade, aprovou a continuidade da greve.
Se a reitora Suely Vilela e os outros dois reitores acharam que com essa insignificância de reajuste algum funcionário da USP sairia da greve ou, que a mobilização dos outros setores diminuiria, ERROU! Foi exatamente o que o Sintusp previu e afirmou para os reitores: “vocês estão jogando lenha na fogueira.”
Manter a demissão de Brandão e os processos em curso contra outros diretores e militantes, além do próprio Sindicato; oferecer uma proposta de 6,05% diante da reivindicação de cumprimento do comunicado nº 3 de 2007 – 200,00 incorporados aos salários, mais os 17%, que agora com a inflação de abril declarada, passa a ser 16%; não discutir os pontos relativos à Permanência Estudantil e à Univesp; e impedir o diretor do Sindicato – eleito para negociação pela categoria, só poderia fazer com que crescesse ainda mais a greve, além de empurrá-la para a radicalização.

Ontem, 19/5, os professores da USP aprovaram em Assembleia a proposta do Fórum das Seis: PARALISAÇÃO E ATO 2ª feira dia 25/5 a partir das 13 horas, na reitoria da USP e, 3ª feira Assembleia para avaliar indicativo de greve.

Hoje, os estudantes da USP realizam Assembleia as 18 horas.
É importante dizer que a reitora após ouvir a leitura do comunicado nº 3, assinado por ela e por mais dois reitores, sobre os R$ 200,00, disse que isso eram “águas passadas” e ponto final. É que os R$ 200,00 não é importante no seu salário, mas apenas dos trabalhadores, em especial, dos que ganham menos.
Para nós, os R$ 200,00 não são “águas passadas”, a reintegração de Brandão e retirada dos processos são questões centrais.

Cronograma para hoje, dia da reunião de negociação da Pauta Específica:

1ª Hora: Reuniões de unidades
11 horas: Concentração na reitoria
13 horas: Início do Ato em acompanhamento à reunião de negociação
14h30: Reunião entre Sintusp e Reitora - PAUTA ESPECÍFICA

terça-feira, 19 de maio de 2009

19/05/2009

CRUESP FAZ PROVOCAÇÃO
APRESENTA 6,05% E MAIS NADA

Após barrar a entrada do companheiro Brandão na negociação, a presidente do Cruesp, reitora Suely Vilela, não aceitou discutir em 1º lugar a readmissão de Brandão e a retirada dos processos.
Quanto à questão salarial, mesmo depois do Fórum das Seis demonstrar claramente que a nossa reivindicação cabe perfeitamente no orçamento atual das 3 universidades, o Cruesp “enrolou” por mais de uma hora e meia e anunciou - após a leitura feita pelo representante do Sintusp, do comunicado nº 3, que garantia os R$ 200,00 caso a arrecadação atingisse os 43 bilhões (o ano de 2007 fechou com mais de 45 bilhões):
• Não dará os R$ 200,00
• Não reporá 10% como parte das perdas salariais (42%) e
• Dará apenas 6,05% (índice FIPE)

O Ato Unificado que ocorreu durante a negociação excedeu todas as expectativas, sendo que no horário marcado para início da negociação (14h) atingiu mais de 1.200 pessoas. Tamanha demonstração de força assustou o Cruesp, que chegou a ameaçar a suspensão da reunião preocupados com “invasão” à reitoria.

Reitora diz que não readmite Brandão e não retira processos
Mesmo após ouvir de todos os representantes dos funcionários, estudantes e professores, que esses ataques à organização sindical é inadmissível e, que esse é o pior golpe aos trabalhadores na Universidade, desde a Ditadura Militar, a reitora Suely Vilela disse que mantinha sua decisão, mantendo a demissão, os processos contra os demais sindicalistas e a multa de R$ 346 mil contra o Sintusp pela ocupação em 2007

Cruesp marca no nova negociação para 2ª feira dia 25 rodada de assembleias

ASSEMBLEIA HOJE (19/5) às 11 horas, na História Após as reuniões de Unidades Pauta: Avaliação da negociação Fórum das Seis X CRUESP

domingo, 17 de maio de 2009


A hora de finalmente ouvir a resposta da reitora Suely Vilela - presidente do Cruesp - e dos outros dois reitores:


18 dias após a data-base (1º de maio) e 14 dias de greve teremos a primeira negociação da pauta conjunta dos funcionários, estudantes e professores.
Esta negociação será realizada na reitoria da USP diante da calorosa presença de muitas centenas de funcionários da USP em greve, juntamente com estudantes e professores das 3 universidades estaduais paulistas.

Tarefas e cronograma para 2ª feira dia 18/5

• Panfletagem a partir das 6h45 nos 3 portões.
• Encontro no portão 1 de onde nos dividiremos
• Organizar as unidades para dirigirem-se à reitoria
• Concentração na reitoria a partir das 11 horas
• Ato a partir dàs 13 horas
• A negociação terá início às 14 horas
Obs: O Ato continuará durante a
negociação, pedimos a todos que levem instrumentos musicais, apitos, cornetas, etc,

Nossas tarefas para hoje:
Hoje não haverá assembleia.
Nas reuniões de unidade: organizar a participação de todos, dia 18, discutindo a necessidade de permanência geral no Ato até o anúncio das respostas do Cruesp.
A partir das 9 horas estará à disposição no Sintusp para os companheiros das unidades o material para confecção de faixas das unidades para o Ato (pano, tinta, rolinhos, etc).
Retirada de boletins no Sindicato pelos membros do Comando e militantes, para panfletagem nas unidades.

sábado, 16 de maio de 2009

Carta ao Sintusp

As universidades públicas brasileiras vivem atualmente um intenso processo de desestruturação, é notável o quadro de precarização do ensino e dos serviços da universidade (falta de professores e funcionários, falta de uma política de permanência estudantil plena, imposição do ensino à distância, planos privatizadores, etc.).
Os ataques se intensificam cada vez mais. O PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) imposto à UNESP, quando colocado em prática, terminará por descaracterizá-la enquanto universidade pública. O PDI faz da UNESP um departamento de patentes para empresas, que, ao invés de pesquisar demandas sociais, pesquisará as demandas empresariais, avessas aos interesses da maior parte da população.
O UNIVESP (Universidade Virtual do Estado de São Paulo) fere radicalmente a qualidade do ensino, como também tende a modificar o funcionamento do quadro de funcionários e professores da UNESP.
A este quadro tenebroso se junta o fato da repressão aos estudantes, trabalhadores e professores das três públicas.
O SINTUSP - que sempre se posicionou contra a precarização do ensino e das condições de trabalho, contra a repressão, foi alvo de um ataque político sem precedentes – que não ocorria desde a ditadura militar - arbitrariamente a reitoria da USP demitiu ilegalmente o funcionário dirigente do sindicato dos trabalhadores: Claudionor Brandão. Os trabalhadores solicitaram a revisão de deliberação arbitrária, porém não foram ouvidos. Por conta disso, desencadearam uma série de ações, debates públicos, atos, paralisações, e por fim a greve, decretada no dia 05 de maio.
Os estudantes da FFC campus da UNESP de Marilia, em assembléia geral, solidarizam-se com a luta do Sintusp e ao funcionário Brandão, após deliberar pela greve geral estudantil no campus e ocupação do prédio de aula, no dia 26 de maio, com a seguinte pauta de reivindicações:

PAUTA DE REINVINDICAÇÕES DOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS DA UNESP CAMPUS MARÍLIA
Contra o PDI: pelo fim de seus trâmites nos órgãos da Universidade

Contra a UNIVESP: pelo fim do convênio entre UNESP e Secretaria de Ensino Superior

Educação não é mercadoria: estatização, sem ressarcimento, das universidades particulares como forma de sanar a falta de acesso ao ensino superior.

Contra a repressão:
Solidariedade a greve dos trabalhadores da USP: pela imediata readmissão do camarada Brandão
pelo fim das sindicâncias na UNESP, USP e UNICAMP

Por democracia de fato nos espaços de decisão da universidade:
— Paridade de voto às eleições para Diretoria e Reitoria
— Paridade nos órgãos deliberativos; Conselho Universitário e Congregação

Pela imediata incorporação dos trabalhadores terceirizados aos quadros da universidade

Pela contratação de mais professores/as

Pela contratação de mais funcionários\funcionarias

Por uma política efetiva de Permanência Estudantil:
— Por mais bolsas BAAE: com número mínimo de 260 bolsas, com encampamento pela reitoria das bolsas BAAE oferecidas pela iniciativa privada
— Bolsa BAAE de pelo menos um Salário Mínimo
— Por mais vagas na Moradia Estudantil
— Por mais bolsas alimentação com caráter socioeconômico, vinculadas à bolsa-moradia, auxilio aluguel e bolsa BAEE
— Pelo aumento da quantidade de refeições servidas no restaurante Universitário, com proporcional aumento do número de funcionários
— Pelo Restaurante à noite já
— Por formulários de Moradia e Bolsa BAAE para estudantes de Terceira Chamada em diante.
— Bolsa Moradia para Pós-Graduandos (ordem de prioridade: graduandos –> graduados –> pós-graduandos)
— Aumento do número de vagas no CCI

Pela adequação da estrutura física da faculdade para pessoas portadoras de deficiência (em todos os seus espaços)
Pela ampliação do Anfiteatro

Pela ampliação da Biblioteca

Pela criação de espaços de convivência estudantis adequados

Pela contratação de odontologista para UNAMOS e atendimento geral na área de ginecologia (não somente preventivo)

Pela transferência do CEES para o Campus I, para que os alunos sejam atendidos por médicos (necessidades básicas), além do centro de estudos para os cursos que estão em estágio

Marília, 16 de abril de 2009, Prédio de Atividades Didáticas, Anfiteatro I
Assembléia Geral dos Estudantes da FFC/UNESP-Marília
Diretório Central dos Estudantes da UNESP-FATEC
Centro Acadêmico de Filosofia
Centro Acadêmico de Pedagogia
Centro Acadêmico de Relações Internacionais
Centro Acadêmico de Biblioteconomia
Centro Acadêmico de Fisioterapia
Centro Acadêmico de Terapia Ocupacional
Centro Acadêmico de Fonoaudiologia
Centro Acadêmico de Arquivologia
Comissão Local de Moradia Estudantil

quinta-feira, 14 de maio de 2009

14/05/2009

A GREVE CRESCE AINDA MAIS!

São Carlos entra HOJE
Museus Ipiranga e Zoologia, AMANHÃ!

Os funcionários de São Carlos decidiram ontem, em Assembleia Geral do Campus, entrar em greve a partir de hoje e vão organizar a caravana para participarem do Ato dia 18/5, durante a negociação com o Cruesp, na reitoria.Os agentes comunitários de Saúde do CSEB entram em greve hoje.
Os funcionários do Museu Paulista (Ipiranga) e do Museu de Zoologia aprovaram entrar em greve por tempo indeterminado a partir de 6ª feira, 15 de maio. Ontem e hoje os funcionários dos Museus estão comunicando à população e cancelando as visitas já agendadas das escolas.
A Assembleia da Adusp aprovou paralisação dia 18. Os estudantes também paralisarão dia 18. Virão caravanas de funcionários, estudantes e professores da Unicamp e Unesp, assim como dos campi da USP do interior.

ASSEMBLÉIA DE ONTEM APROVOU:
A prioridade agora é o Ato dia 18

Hoje e amanhã: reuniões de unidades (questão prioritária a ser discutida é a necessidade de ampla participação de todos no Ato a partir das 13 horas, na reitoria da USP e, permanência de todos até o anúncio das respostas do Cruesp).

Hoje é muito importante que as unidades façam reuniões e discutam sobre o que pode ocorrer na negociação com o Cruesp e qual a posição que tomaremos diante das possíveis respostas do Cruesp.
Lembramos que o Fórum das Seis vai apresentar a seguinte ordem de discussão na reunião de negociação:

1) Readmissão do Brandão e retirada dos processos;
2) A questão salarial R$ 200,00 + 17%;
3) Política de permanência estudantil e fim da Univesp.

HOJE
ASSEMBLEIA GERAL ÀS 10H30 NA HISTÓRIA

segunda-feira, 11 de maio de 2009


CARTA A POPULAÇÃO – FUNCIONÁRIOS DA USP EM GREVE

Os trabalhadores da Universidade de São Paulo comunicam à população os motivos pelos quais entramos em greve no dia 5/5. Em primeiro lugar gostaríamos de esclarecer que essa greve tem por objetivo questionar o caráter extremamente elitista e antidemocrático da universidade que exclui do acesso a educação a ampla maioria da juventude trabalhadora, que persegue, reprime e demite aqueles que lutam historicamente por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, além de nossa justa pauta salarial, fundamental no momento em que a crise econômica mundial atinge o poder de compra das famílias.

Os grandes meios de comunicação, como os jornais de grande circulação nacional e as redes de rádio e televisão, fazem uma campanha intensa contra os trabalhadores, procurando jogar a população contra aqueles que lutam pela manutenção dos seus direitos, ao dizer que prejudicamos os serviços públicos com o objetivo central de conseguir aumento salarial.

Ao contrário do discurso da reitoria e do governo do Estado que, ajudados pela imprensa, procuram nos taxar de “privilegiados”, a USP e os demais serviços públicos do país vem sofrendo um forte processo de precarização e terceirização das condições de ensino e trabalho. A USP possui mais de três mil trabalhadores terceirizados nas áreas de limpeza, vigilância e jardinagem que recebem um salário mínimo e trabalham sem equipamentos de segurança. Muitos são obrigados a comer em banheiros, pois são impedidos de utilizarem as copas dos funcionários efetivos e vivem cotidianamente sob constante ameaça das chefias. Tudo isso para que a universidade continue funcionando como grande centro de excelência de ensino e pesquisa para poucos, ao passo que faltam recursos e funcionários para os hospitais, restaurantes, creches e professores em sala de aula. Ao mesmo tempo, existem unidades de ensino e pesquisa que, diferente da grande maioria, produzem tecnologia de ponta para grandes empresas, possuem recursos humanos e financeiros de sobra e são tidos como o exemplo a ser seguido. É exatamente nesses setores que uma minoria de professores e funcionários do alto escalão (esses sim privilegiados) se utiliza da USP como um grande balcão de negócios para lucrar com fundações privadas e empresas terceirizadas à custa da estrutura da universidade.

Para que a universidade continue a serviço de uma minoria ligada às grandes empresas e ao governo, é preciso calar a voz dos estudantes, funcionários e alguns professores que lutam para ampliar o acesso a educação publica e se opõe ao seu caráter elitista e antidemocrático. Em 2005 e 2007 o Sintusp e os estudantes estiveram na linha de frente pelo aumento de verbas para a educação pública e contra a retirada da autonomia conquistada nos anos 80. Hoje, o governador Serra quer retomar seus projetos privatizantes e elitistas com a implementação do ensino a distancia (Univesp) e a Lei de Inovação Tecnológica. Ameaça 5.214 postos de trabalho da universidade, por supostas irregularidades nos contratos após 1988, dos quais os trabalhadores não têm culpa pois prestaram concurso público como determina a lei.

Por isso reivindicamos como ponto central de nossa greve o fim de todos os processos administrativos aos estudantes e trabalhadores por conta da ocupação da reitoria em 2007, e a reincorporação imediata do funcionário Claudionor Brandão, diretor do SINTUSP, demitido em dezembro de 2008 por lutar a favor dos direitos dos terceirizados e pela incorporação desses ao quadro de funcionários da USP. Essa medida tomada pela reitoria passa por cima da própria Constituição Federal de 1988 e das orientações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que prevê estabilidade aos representantes de trabalhadores eleitos democraticamente.

Não aceitaremos pagar com demissões e retiradas de direitos os custos da crise econômica mundial, que na universidade se expressa através do corte de 20% da verba do ICMS já anunciado para o ano que vem, da repressão, da privatização e do atrelamento do conhecimento aos grandes empresários. Bilhões de reais já foram destinados a multinacionais e banqueiros enquanto milhões de trabalhadores são demitidos; no Congresso Nacional a farra das passagens aéreas mostra cada vez mais como é utilizado o dinheiro de nossos impostos; enchentes continuam matando centenas pelo país afora com o total descaso do governo. Por entendermos que o ataque que estamos sofrendo faz parte da precarização da vida da imensa maioria, conclamamos a população a se unir aos trabalhadores da USP e a todos que se mobilizam por melhores condições de vida, saúde e educação, para garantir uma universidade mais aberta e democrática, a serviço dos interesses da maioria, com livre acesso aos trabalhadores e ao povo.

COMANDO DE GREVE DOS TRABALHADORES DA USP



domingo, 10 de maio de 2009


Nos deixaremos cozinhar como uma rã?



Como cozinhar uma rã? Alguns podem pensar em fazer o seguinte: jogar uma rã num caldeirão de água fervente. Mas se você fizer isso, ela vai tentar desesperadamente escalar as paredes do caldeirão para sair.
Porém, se você a colocar num caldeirão de água fria e deixar o fogo baixo, ela vai ficar lá flutuando sem nenhuma agitação. À medida que a água esquenta, a rã mergulha, permanece tranquila e, como que com um sorriso no rosto, deixa-se cozinhar até morrer sem oferecer qualquer resistência.
Pois é, estamos sendo cozinhados. Como assim? - perguntarão alguns. Nossas consciências estão dormentes como a rã que cozinha no fogo brando. Quando nossos chefes nos dizem: “vocês ganham bem, lá fora no mercado o pessoal está ganhando bem menos para o que você faz aqui. Até prêmio de mil reais a gente ganha”. Daí, com um sorriso no rosto, nos sentimos privilegiados e permanecemos sentados, enquanto o carro de som lá fora chama para a assembléia para discutir salário. Ou, quando nós recebemos a notícia de que um companheiro foi injustamente repreendido, ficamos com medo de ser também repreendidos e nos calamos ao invés de defendê-lo como se este assunto não fosse da nossa conta. Ou, quando nosso representante sindical é demitido por justa causa e achamos que, se está tudo dentro da lei, ele mereceu mesmo.
Sim, estamos sendo cozidos e com um sorriso no rosto enquanto mais companheiros podem ser demitidos...
Sem falar na questão das vagas, que é algo que afetará mais gente ainda. Pois é, se passaram por cima da lei que diz que não se pode demitir um dirigente sindical, como vamos acreditar nas palavras da Reitora, que diz que estamos sendo defendidos e que ninguém vai ser demitido? Estão tirando nosso bem mais precioso lentamente, que são aqueles que fazem a defesa de nós mesmos, dos nossos salários, contra chefes assediadores e esquecemos que muitos deles já enfrentaram dura repressão policial. Estão destruindo o nosso escudo, e estamos deixando!!! O golpe vai ser fatal!!! É urgente que acordemos!!! Vamos à luta por nossos representantes sindicais. A greve é o nosso instrumento de luta, a mobilização é o nosso NÃO!

Não vamos aceitar demissões!
Não vamos aceitar a destruição do nosso Sindicato!
Vamos fazer greve por salários e por nossos representantes sim!!!